os caminhos repetidos tropeços de mesmice à procura de uma letra borrada , uma casa de pintura gasta , uma luz amarelada , algo que drible o cotidiano
Escrito por diniz gonçalves júnior às 18h24
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pés de escuna margeiam a tintura da calçada um arpão desenhado no muro azul mar de casinhas de vila camisa listrada no varal uma miragem cem kilômetros distante do litoral
Escrito por diniz gonçalves júnior às 19h08
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o mito
o escorreito
o frontispício
o ábaco
o hálito
o equinócio
a flâmula
aventa
no bico do posto
Escrito por diniz gonçalves júnior às 18h53
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I a chuva distorcia imagem precária do vídeo lentidão de um dia vazio ana costa depois da faixa divisória não tinha registro magnético neblineava vista ilhada da cabine telefônica não era sorveteria desabitada nem o caminho até o mirante depois da ladeira da ilha porchat
Escrito por diniz gonçalves júnior às 22h04
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2012
Escrito por diniz gonçalves júnior às 14h33
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pausa
http://revistapausa.blogspot.com/
Escrito por diniz gonçalves júnior às 15h24
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Dois Destinos mecânica de afetos molha o fotograma Valério Zurlini, estação Mastroianni um gesto dispersa palavras recolhe despedidas tatuadas nas sombras
Escrito por diniz gonçalves júnior às 19h29
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I
a chuva distorcia imagem precária do vídeo lentidão de um dia vazio na ana costa depois da faixa divisória não tinha registro magnético neblineava vista ilhada da cabine telefônica não era sorveteria desabitada nem o caminho até o mirante depois da ladeira da ilha porchat
Escrito por diniz gonçalves júnior às 17h49
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GRAFIAS
http://www.flickr.com/photos/dinizjunior/
Escrito por diniz gonçalves júnior às 13h28
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Escrito por diniz gonçalves júnior às 08h53
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o amor é uma lembrança de guache
calendário de águas apressadas
um papel de vertigem vária
dias que correm paralelos
escrevendo seu ciclo de ausências
Escrito por diniz gonçalves júnior às 23h30
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No trem para Mogi
paisagem áspera
janelas em movimento
noturno balançam as
casas, manjedouras num
presépio de luzes precárias
Escrito por diniz gonçalves júnior às 23h22
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da sibila, acaso
jogo de conchas
de mareamar
areia úmida
de instantes :
tecido geométrico
da calçada em frente
ao aquário municipal
Escrito por diniz gonçalves júnior às 09h05
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texto - Renata D'Elia
foto - mariana maltoni
Escrito por diniz gonçalves júnior às 10h20
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Monte Serrat
a letra de Itororó inicia a escada
traça sua geografia cortando
a vila que lembra Noel insolação
na manhã atlântica avista a capela
e o cassino desativado entre vitrais
do salão panorama de mapas
e mirantes diluídos em 360 O
Escrito por diniz gonçalves júnior às 20h10
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