desatino quebrar o silêncio a falta de eco de que vale a palavra ? se é impalpável , efêmera se traça utopias mas não compra um alfinete se dança na página fingindo -se sólida quando é aérea retórica , quase nula traduz estados do corpo? mente se promete revoluções esboça algum mapa incerto conforta ao mostrar um espelho inventado onde somos ímpares podemos tudo , até que caia a cortina fiquemos expostos às armadilhas sólidas do cotidiano
Escrito por diniz gonçalves júnior às 18h48
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