ouvindo cantuária
um sol portátil inunda retina praias e pedras abrindo horizontes meninas livres caminham na areia com seus cavalos-marinhos colares tranças pingentes negando o inverno esquecendo o frio o vento chato constante que incomoda o rito dos passos na rua a canção de eveline com o coral afinado as imagens do baixo algum dia anos noventa instaurando novas paisagens papos desencanados galerias com sorvetes cítricos algo que neutralize esse cinza enjoado essa janela gelada de terça-feira
Escrito por diniz gonçalves júnior às 17h23
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|